A abertura registra o saldo de gaveta e o fechamento pede o que foi contado, sem mostrar o valor esperado. Depois o dono, o chefe de caixa ou o gerente confere: quanto faltou ou sobrou, se as formas de pagamento fecham e se sangrias e suprimentos batem. No mesmo lugar acontecem a venda à vista e a prazo, a liquidação em espécie, PIX, crédito parcelado, débito, cheque ou vale-crédito, o boleto — digital ou em carnê — e o recebimento do cliente que veio pagar no balcão, com as pendências dele calculadas para hoje: juros, mora, multa e desconto na data em que a pessoa está ali. Para loja de fronteira, o pagamento em espécie aceita outras moedas, com a conversão feita pelo sistema e a referência de quanto falta em cada uma para o operador dizer em voz alta.
Caixa que fecha vendo o esperado não é conferência, é preenchimento: o operador digita o número que já apareceu na tela e a diferença some antes de existir. É assim que uma falta pequena e diária vira, no fim do ano, um rombo que ninguém consegue mais rastrear até a origem.
Recursos
- Abertura e fechamento cego — o operador informa o que contou sem ver o valor esperado
- Conferência do gestor — quanto faltou ou sobrou, e se as formas de pagamento fecham
- Recebimento no balcão — as pendências do cliente calculadas para a data de hoje
- Sangria e suprimento — toda entrada e saída de dinheiro registrada com responsável
- Câmbio de moedas — pagamento em espécie em outra moeda, convertido pelo sistema