Campanha por campanha: quando começou, quando terminou — ou que segue no ar —, quanto foi vendido sob ela, quantos clientes atendeu e que fatia do faturamento do período representou. As campanhas aparecem também em linha do tempo, o que deixa visível o que rodou junto com o quê: duas ações sobrepostas dividem o mesmo resultado, e ignorar isso é a maneira mais comum de dar crédito à campanha errada.
Promoção sem apuração vira tradição: repete-se todo ano a mesma ação porque houve movimento na loja, sem separar o que vendeu por causa dela do que venderia de qualquer jeito. É o gasto mais fácil de manter no orçamento e o mais difícil de defender — até alguém perguntar quanto rendeu, e a resposta ser um palpite.
Recursos
- Vendas por campanha — quanto cada ação vendeu no período em que esteve no ar
- Clientes atendidos — quanta gente a campanha trouxe, e não só quanto dinheiro
- Linha do tempo — o que rodou junto com o quê, para não creditar a ação errada
- Participação no faturamento — o peso da campanha no mês, e não o número solto