Configura-se a compra mínima que dá direito a um cupom, o período em que a campanha vale e a data do sorteio: a cada R$ 30, quem comprar R$ 100 sai com três. Os cupons são emitidos já com o nome e o telefone do cliente da venda — não dependem de ele parar no balcão para preencher nada — e o total gerado fica à vista enquanto a campanha corre. A apuração pode ser na urna, imprimindo os cupons, ou eletrônica, mostrando na tela o ganhador e qual compra gerou aquele cupom.
O sorteio de papel perde exatamente o que ele existe para conseguir: o contato. Letra ilegível, telefone errado, cupom que cai fora da urna — e no fim a promoção custou o prêmio e não deixou base de cliente nenhuma para trabalhar depois. Sem saber qual compra gerou o cupom vencedor, também não há como responder à primeira dúvida que aparece na hora do sorteio.
Recursos
- Regra por valor de compra — a compra mínima que dá direito a um cupom, e quantos ela gera
- Cupom com o contato do cliente — sai com nome e telefone da venda, sem ninguém preencher nada
- Sorteio em urna — os cupons impressos para quem faz a apuração na loja
- Sorteio eletrônico — o ganhador na tela, com a compra que gerou aquele cupom