Escolhe-se a NF-e, escreve-se a correção e a CC-e vai à SEFAZ dali mesmo. A lista mostra a emissão da carta, o cliente, a nota corrigida, o evento, o protocolo e a situação — pendente, autorizada ou cancelada —, com enviar, gerar PDF e mandar por e-mail na própria linha. Carta já autorizada não é apagada; só o que ainda está pendente pode ser desfeito.
Sem CC-e nativa, corrigir o endereço de entrega errado numa nota vira um passeio pelo portal da SEFAZ, com certificado, senha e alguém que saiba o caminho — e enquanto isso o caminhão espera no pátio. Com ela, a correção fica do tamanho do erro que foi cometido.
Recursos
- Emissão da CC-e — a correção escrita e enviada à SEFAZ sem abrir o portal
- Protocolo e situação — pendente, autorizada ou cancelada visível na própria lista
- PDF e envio por e-mail — a carta chega ao cliente sem ninguém sair da tela
- Cancelamento da pendente — desfaz o que ainda não foi autorizado e preserva o que já foi