É por aqui que a mercadoria entra de fato, em todas as formas que ela chega: compra, devolução ao fornecedor, bonificação e entrada de insumos para produção. Cada tipo é lançado pelo que é, e não empurrado para dentro como se fosse compra normal.
A entrada carrega o custo, e o custo carrega o preço: a composição do custo médio fica aberta para consulta, mostrando de onde veio cada parcela do valor que sustenta a margem — inclusive frete, IPI e outras despesas, quando a empresa decide incluí-los na base.
Empresa que dá entrada por fora — planilha, ajuste manual, "depois eu acerto" — descobre o problema no fim do mês, quando a margem calculada não bate com o dinheiro que entrou. Bonificação lançada como compra infla o custo médio e derruba a margem real de todo o grupo.
Recursos
- Dados da nota — fornecedor, chave da NF-e, local de entrada e o que entra na base do imposto
- Itens — o que entrou, com quantidade, valor e o saldo atualizado na hora
- Duplicatas — as parcelas da compra, que viram contas a pagar
- Transportador — quem trouxe e o frete que entra no custo
- Custo médio — a composição e o histórico do custo que sustenta a margem