A vitrine online nasce do mesmo cadastro que abastece o balcão, e não está presa a uma empresa: cada portal é um link, com domínio, identidade, contato de WhatsApp, redes sociais e tipo de catálogo próprios. Dá para ter um por loja — ou um por vendedor e por parceiro, cada um com o seu preço, todos sobre o mesmo estoque em tempo real. Quem compra fica registrado com CPF, WhatsApp, origem e data da última compra, vinculado ao cliente do ERP: o comprador da internet é cliente da empresa, não um contato perdido na plataforma. E a estatística mostra o que o balcão nunca mostra — visitas, visitantes únicos, sessões, quanto é gente nova e quanto é gente voltando, por aparelho e por página.
Catálogo publicado fora do sistema desatualiza no primeiro dia: preço antigo no ar, produto esgotado ainda à venda e o pedido chegando por mensagem para ser redigitado. Pior é não medir nada — o link do vendedor recebe visita e ninguém sabe se o problema é falta de gente entrando ou gente entrando e desistindo. São dois problemas diferentes, com custos diferentes.
Recursos
- Lojas — cada portal com domínio, identidade, contato e preço próprios
- Usuários — quem compra pela internet vira cliente da empresa, não da plataforma
- Estatísticas — visitas, visitantes únicos, aparelho e páginas mais buscadas