O contrato é a carteira: cliente, produto contratado, vigência, dia de vencimento, consultor responsável e o valor de recorrência que ele garante todo mês, com o faturado nos últimos doze meses ao lado. A recorrência é a rotina do fechamento — escolhe-se a competência, confere-se a prévia do que será cobrado, com os contratos que compõem cada valor e a comissão que cada um gera, e fatura-se tudo de uma vez. Uma trava evita rombo: na reativação, se a fatura falhar, a ativação é revertida. Antes de encostar no preço, a simulação lista os contratos vencendo e vencidos com o IGP-M acumulado, o valor novo e quanto ele representa a mais — pela mesma conta que grava o reajuste, então o número mostrado ao cliente é o que será cobrado.
Cobrança recorrente feita à mão esquece cliente, e a falta não é visível: só entra menos dinheiro. Contrato sem reajuste é pior, porque a margem evapora devagar — três anos depois o serviço custa mais para prestar do que rende, e a correção acumulada vira um salto que o cliente não aceita.
Recursos
- Contratos — a carteira com vigência, vencimento, consultor e o valor que garante todo mês
- Simulação de Reajuste — quanto cada contrato passaria a custar com o IGP-M acumulado
- Recorrência — a competência inteira faturada de uma vez, com prévia antes de emitir