O salário combinado é a menor parte do que aquela pessoa vai custar. A partir do salário e do número de dependentes vem o custo cheio para a empresa: os encargos do regime tributário dela, o INSS e o IRRF pelas tabelas vigentes e o líquido que o colaborador recebe no fim — com a opção de comparar o mesmo salário no outro regime e de sair em PDF para levar à reunião.
O desconto do INSS aparece faixa por faixa: o intervalo, a alíquota, a base que caiu ali e o valor de cada uma, com a alíquota efetiva no fim. Quem cai na faixa de 12% não paga 12% sobre tudo, e é essa a conta que mais se erra de cabeça — para cima, recusa-se uma contratação que cabia no orçamento; para baixo, promete-se ao candidato um líquido que a folha não vai pagar.
O número vem do sistema, não da cabeça de quem está negociando. Sem ele, combina-se um salário achando que o custo é ele mais um pouco, e o tamanho verdadeiro do vínculo só aparece quando férias, décimo terceiro e encargos chegam juntos, com a contratação já feita.
Recursos
- Custo cheio da empresa — salário mais encargos do regime, o número que de fato sai do caixa
- INSS faixa a faixa — mostra a alíquota efetiva, sempre menor que a nominal da tabela
- IRRF com dependentes — o líquido que o colaborador recebe, calculado pelas tabelas vigentes
- Comparação entre regimes — o mesmo salário no Normal e no Simples, lado a lado
- Simulação em PDF — o cálculo sai impresso para levar à reunião ou ao contador