A meta fica com quem vende, não no relatório do gerente: no celular, o vendedor vê quanto já vendeu, em que degrau está — piso, meta, supermeta — e o que falta para o próximo, hoje. Junto vem a fila de trabalho pronta: quem está inativo há mais de sessenta dias, quem parou de levar determinada linha, quem não pega condicional há um mês, cada oportunidade com o consumo do cliente e os produtos que ele procurou e a loja não tinha — quando o item chega, o vendedor é avisado e liga.
Sem isso, a meta é lida no dia 30, quando não existe mais ação possível, e a carteira é trabalhada de memória: memória alcança os vinte clientes de que o vendedor gosta, e o resto some sem cancelamento, sem reclamação e sem aparecer em nenhum relatório de faturamento. Relatório de meta e lista de inativo qualquer sistema tem; o que quase nenhum faz é entregar isso a quem pode mudar o resultado. Preso ao desktop da retaguarda, o dado vira slide de reunião; no celular de quem tem o relacionamento, vira ligação — e ligação é o único formato que traz o cliente de volta.
Recursos
- Metas do vendedor — vendas do dia e o degrau da meta acompanhados por quem vende, não no fechamento
- Clientes inativos — quem passou de sessenta dias sem comprar entra pronto como tarefa do dia
- Produtos de interesse — o que o cliente procurou e não tinha; chegou, o vendedor é avisado
- Consumo do cliente — o que ele mais compra, o que levou em condicional e o que devolveu
- Condicionais — o que saiu com cada cliente, há quantos dias e o que ainda não voltou
- Agenda e tarefas — os compromissos que o vendedor marca e os que a empresa dispara por automação
- Controle de atendimento e conversão — quem está na vez, quem atendeu quem e quantos atendimentos viraram venda