A meta é definida por exercício, num calendário de doze meses, mensal ou semanal, para a loja e para cada vendedor. Cada degrau é uma faixa de valores — de tanto a tanto — e cada tipo de faixa (piso, meta, supermeta) carrega o próprio percentual de comissão, por empresa. O alvo é calculado sobre venda limpa: ICMS, PIS e COFINS, frete, devoluções e pendentes são deduzidos antes. E o comissionamento não fica preso ao faturamento — há incentivo para ativação de cliente, cliente novo, ticket por cliente, ticket por venda e conversão de condicional. O acompanhamento vem em duas leituras: o ano inteiro orçado contra realizado, com lucro e custo ao lado, e o mês loja a loja, com o esperado até o dia de hoje — para agir enquanto o mês ainda dá para virar.
Meta de número único mata o mês em duas datas: quem passou do alvo no dia 20 para de correr, e quem viu que não alcança empurra a venda para o mês seguinte. E meta cobrada só no fim é cobrança sem saída — no dia 30 não há mais o que fazer além de explicar o resultado.
Recursos
- Metas — o alvo de cada vendedor e de cada loja, por período e por exercício
- Faixa de Metas — os degraus de valor e o percentual de comissão que cada um paga
- Tipo de Faixa — piso, meta e supermeta: os nomes que a empresa usa para cobrar
- Análise Anual — o ano inteiro orçado contra realizado, com lucro e custo ao lado
- Análise Mês — o esperado até hoje, para agir enquanto o mês ainda dá para virar