O veículo é cadastrado uma vez, com placa, marca, modelo, cor, ano de fabricação e do modelo, motor, combustível, chassi e renavam — e passa a carregar o próprio histórico: quem foram os proprietários e cada serviço já executado nele. O carro é vendido, o novo dono chega três anos depois, e a oficina abre a placa sabendo o que já foi trocado, quando e por quem — sem depender da memória de ninguém nem da palavra do cliente. Serve igual para a frota da própria empresa.
É a diferença entre orçar com informação e orçar no escuro. Sem esse cadastro, o mecânico refaz diagnóstico que já foi feito, troca peça que ainda está na garantia da própria oficina e perde o argumento que segura o cliente: o de conhecer aquele carro melhor do que a concorrente da esquina.
Recursos
- Ficha do veículo — placa, marca, modelo, cor, ano, motor, chassi e renavam num lugar só
- Proprietários — o carro muda de dono e a oficina não perde a história dele
- Histórico de serviços — o que já foi trocado, quando e por quem, na hora de orçar
- Frota própria — os veículos da empresa controlados pelo mesmo cadastro